«Assinei muitos documentos à base da confiança»




«O conselho superior confiou nele».«Mereceu sempre confiança (...) sempre fora capaz de superar todas as dificuldades que foram surgindo».

«Sempre nos foi dito que não era necessário, pelo próprio comissaire aux comptes, que não era preciso consolidar as contas da ESI», a Espírito Santo Internacional.


comissaire aux comptes

«Tivemos muita dificuldade em obter informação. Houve um historial que foi perdido» (...) «Ele tratava das contas, por isso ele sabia de muita coisa»


«Na ESI eu era um entre 16 administrações». Tinha «noção de que o problema de endividamento da ESI «se vinha avolumando dede 2008», mas não que  «tal endividamento fosse tão elevado, quando no final de 2013 veio a revelar-se» assim. «Nunca tive qualquer informação até ao início de 2014 que as contas da ESI não refletissem a realidade da empresa. Acreditei na reestruturação».




«Tanto quanto me foi dito, processo estava a ser acompanhado pelo BdP».


«Acreditei que a Rio Forte era a solução para salvar o grupo. Tinha as contas auditavas, em termos de governance tinha tudo o que era necessário e o plano de reestruturação previa o aumento de capital (...). Acreditámos seriamente no aumento de capital»




«Infelizmente, fomos apanhados na crise de 2008 e isso dificultou-nos bastante a venda de ativos, mas havia uma estratégia muito clara desde 2006, para vender ativos não financeiros». 

OS PRINCIPAIS TÓPICOS DA INTERVENÇÃO DE MANUEL FERNANDO ESPÍRITO SANTO