O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, sublinha que é necessário respeitar a Constituição espera, por isso, que o Presidente da República solicite a fiscalização preventiva do Orçamento do Estado para 2014. «Depois do que se passou nos últimos dois anos, em que o senhor Presidente da República não o fez e posteriormente o Tribunal Constitucional veio a confirmar o que quase todos já sabiam. É caso para se dizer: à terceira deve ser de vez», referiu o sindicalista durante a manifestação que está a decorrer a esta altura em frente à Assembleia da República, onde vai ser votada a proposta de Orçamento do Estado para 2014 na generalidade.

CGTP pede eleições antecipadas

Arménio Carlos descredibiliza o argumento de que essa fiscalização preventiva traia custos acrescidos para o País, defendendo que é a credibilidade das instituições que está em causa, e, em última análise, a credibilidade de Portugal.

E fica a promessa: «Se como tudo indica a maioria aprovar o Orçamento no dia 26, cá estaremos nesse dia. Vamos continuar a rejeitar e a combater o Orçamento».