A REN fechou o primeiro semestre com um lucro de 75,3 milhões de euros, mais 29,2% do que no período homólogo, impulsionado pelo encaixe de um crédito fiscal de cerca de dez milhões de euros.

A empresa liderada por Rodrigo Costa viu o resultado líquido aumentar em 17 milhões de euros, em grande parte resultante da incorporação de 9,9 milhões de euros relativos a uma imparidade fiscal que foi agora reconhecida nas contas da empresa, ainda relativa à separação dos ativos entre a REN e a EDP em 1994.

Em comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a REN explicou ainda que o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, apreciações e amortizações) atingiu os 254,3 milhões de euros, uma subida de 0,8% face a idêntico período de 2014, beneficiando em 20,1 milhões de euros da venda no primeiro trimestre da participação na Enagás, de acordo com a Lusa.