«Iremos fazer o que é normal do ponto de vista da gestão. Tivemos uma redução de efetivos, quer na Refer quer na Estradas de Portugal [EP] nos últimos anos, que tem sido feita com a natural concordância dos próprios trabalhadores, e manteremos essa política para o futuro», afirmou António Ramalho, na conferência de imprensa de divulgação dos resultados das duas empresas.












«É um longo trabalho que temos que fazer, porque sabemos que temos aqui um grande valor.»






«Das nove concessões, ontem, seis tinham acordo dos bancos. Hoje não sei se não há mais uma.»