A lista pública de execuções já tem mais de 81.400 nomes de devedores que não têm dinheiro para pagar as dívidas ou bens para penhorar. A situação agravou-se no ano passado, com a dívida a disparar 150% para os 633 milhões de euros, escreve o Diário Económico.

Desde que foi criada em 2009, a lista não pára de subir: mais de 1,4 mil milhões de euros de dívidas cobradas judicialmente que não foram pagas pelos devedores e que representam cerca de 1% do PIB.

Os particulares representam a maior fatia da lista, com mais de 10.630 devedores que acumulam 221 milhões de euros de créditos por pagar em processos de execução.

Em causa estão dívidas a fornecedores, instituições financeiras, empresas de serviços públicos essenciais e telecomunicações, créditos ao consumo, arrendamentos, etc.