Em comunicado, a instituição financeira frisa que " é um banco de transição e não tem autonomia para decidir e executar propostas destinadas a sanar ou a compensar o incumprimento dos referidos instrumentos de dívida".

O Novo Banco afirma ainda que os comportamentos e iniciativas da Associação dos Indignados, "insistem colocar em causa o funcionamento dos serviços do Novo Banco ou atingir a sua reputação e a dos seus colaboradores", pelo que se reserva "o direito de adotar as medidas legais que se mostrem adequadas a tais comportamentos, para além de continuar a apoiar, sem restrições, os seus colaboradores, nomeadamente os que são ameaçados".

"As pessoas lesadas têm direitos que devem ser respeitados, mas não podem agir fora do quadro da lei e contra quem não cabe e não tem autonomia para os satisfazer", pode ainda ler-se.

O banco liderado por Stock da Cunha acrescenta que "a rede comercial do Novo Banco é constituída por profissionais que merecem o apreço, a confiança e o apoio do Conselho de Administração, que lhes agradece o trabalho desenvolvido, os resultados alcançados e a vitalidade demonstrada em circunstâncias físicas e anímicas particularmente difíceis".