O presidente do Eurogrupo disse que a saída de Portugal do programa de assistência será discutida no primeiro trimestre de 2014, mas advertiu que, entretanto, o país deve manter o ritmo das reformas e de consolidação orçamental.

«O Eurogrupo vai discutir a estratégia de saída de Portugal (do seu programa) no primeiro trimestre de 2014, mas, entretanto, o ritmo das reformas e da consolidação orçamental deve ser mantido. Foi essa a mensagem que transmitimos hoje à nossa colega portuguesa (a ministra Maria Luís Albuquerque), ao fazer o balanço da fusão das oitava e nona revisões, concluídas há duas semanas», disse Jeroen Dijsselbloem, no final de uma reunião dos ministros das Finanças da zona euro.

O presidente do Eurogrupo comentou ainda que «as reformas em Portugal estão a começar a produzir frutos, a competitividade melhora, a economia reequilibra-se», no sentido de um crescimento sustentado nas exportações, mas sublinhou que «subsistem vários desafios», tais como reformar o sistema legal e o sistema educativo, assim como aumentar a base das exportações portuguesas.