O presidente da Associação Portuguesa de Bancos (APB), Fernando Faria de Oliveira, considerou quinta-feira que Portugal ter uma programa cautelar, «por si só, pode ser positivo», mas salientou que esta é uma matéria que depende de decisão política.

Faria de Oliveira falava aos jornalistas à margem da terceira edição Euronext Lisbon Awards, que decorreu hoje em Lisboa.

Questionado sobre a eventualidade de um programa cautelar, Faria de Oliveira salientou que esta «é uma matéria que em primeiro lugar depende de uma decisão polítiva do Governo, eventualmente através também de conversações com os outros partidos».

No entanto, «o programa cautelar, por si só, pode ser positivo», declarou.

Para Faria de Oliveira, esta «não é obrigatoriamente uma solução que traga particulares desvantagens».

«Por isso, pessoalmente, não sou contra o programa cautelar», concluiu.