Os saldos de verão, que arrancam oficialmente na terça-feira, deverão ter menos adesão e gerar menos receitas do que no ano passado, de acordo com um estudo exploratório do IPAM - The Marketing School.

O inquérito revela que quase um em cada cinco inquiridos (18%) não vai aproveitar esta época de saldos para fazer compras, que é um número superior ao registado em igual período de 2013, quando apenas 8% admitia abster-se de fazer compras neste período.

Os preços pouco apelativos são apontados como a principal razão para esta tomada de decisão.

Além da menor adesão, os saldos de verão deverão gerar receitas inferiores às obtidas no ano anterior, já que 52% dos inquiridos afirma que vai gastar menos do que em igual período ano anterior.

Mais de metade dos inquiridos (55%) refere que deverá despender entre 100 e 300 euros. Para cerca de um terço (31%) os gastos não deverão exceder os 100 euros.

Roupa (35%), sapatos (32%) e livros (17%) deverão ser os produtos mais procurados pelos consumidores durante estas promoções e saldos de verão, como apurou a Lusa.

O estudo exploratório realizado entre os dias 25 de junho e 4 de julho de 2014 na zona do Grande Porto, com uma amostra composta por 365 indivíduos, com idades compreendidas entre os 18 e os 67 anos (média 34,97 anos).