UGT e PS afirmaram-se esta terça-feira em sintonia sobre a existência de normas de duvidosa constitucionalidade no Orçamento do Estado para 2014 e sobre a necessidade de se suscitar uma fiscalização sucessiva junto do Tribunal Constitucional.

Estas posições foram transmitidas aos jornalistas pelo secretário-geral da UGT, Carlos Silva, e pelo líder parlamentar do PS, Alberto Martins, após uma reunião de uma hora na Assembleia da República.

«Partilhamos as preocupações da UGT, vamos ao encontro delas e estamos a trabalhar para apresentar um pedido de fiscalização sucessiva da constitucionalidade» do Orçamento do Estado para 2014, declarou Alberto Martins, que não especificou as normas que o PS suscitará a apreciação pelo Tribunal Constitucional.