O Governo sondou a Comissão Europeia, de uma forma informal, para saber se um programa cautelar mais suave seria mais apropriado para Portugal, sabe o jornal «Diário Económico».

No entanto, escreve o mesmo jornal, a acentuada descida dos juros da dívida, aliada às eleições europeias e à falta de vontade de países como Áustria e Finlândia para participar no cautelar continuam a empurrar Portugal para a saída limpa.

Note-se que no Governo sempre houve uma pessoa contra o cautelar, Paulo Portas, e outra a favor, a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque.

O tema começa a ser preparado amanhã com a troika. Os chefes da missão chegam esta terça-feira a Portugal para a última avaliação ao programa de ajustamento.

Governo e parceiros reúnem-se com 12ª avaliação da troika na agenda