Em 25 anos de fundos europeus, Portugal destinou 16.278 milhões de euros à construção de infraestruturas de transportes.

O problema é que o país gastou mais em auto-estradas e menos em transportes públicos e linhas ferroviárias, revelam dados de um estudo encomendado pela Fundação Francisco Soares dos Santos.

Mas as verbas comunitárias serviram também para reduzir e muito o número de mortos nas estradas e para encurtar os tempos de distância.