O Eurogrupo avisa que, se houver eleições em Portugal, a próxima avaliação da troika pode estar em risco.

A missão está prevista começar a 15 de julho, mas, de acordo com um alto responsável do Eurogrupo, ouvido pela TVI, dificilmente arrancará se houver eleições em Portugal.

O responsável pelos países do euro espera uma clarificação da situação portuguesa até segunda-feira, altura em que se realiza a próxima reunião do Eurogrupo e onde deverá já estar presente a nova ministra das Finanças portuguesa, Maria Luís Albuquerque.

O Eurogrupo ressalva ainda que, se a 15 de julho houver Governo em funções, a missão poderá arrancar normalmente.

A mesma fonte diz, contudo, que Portugal tem dinheiro para se financiar por um ano.