O ministro das Finanças da Alemanha, Wolfgang Schäuble, afirmou-se cético sobre a hipótese de um acordo entre a Grécia e os credores nos próximos dias.Os ministros das Finanças da zona euro podem desbloquear o financiamento crucial para Atenas na próxima segunda-feira, dia 11, se as instituições credoras - Banco Central Europeu (BCE), Fundo Monetário Internacional (FMI) e Comissão Europeia - validarem até lá os compromissos de reformas apresentados pela Grécia, disse Schäuble em Berlim.

"Estou um pouco cético sobre a hipótese de isso acontecer até segunda-feira, mas não excluo essa possibilidade", afirmou.

"Não é por causa das instituições" que as negociações não avançam, considerou o ministro, lamentando que se tenha perdido tanto tempo.

Atenas enfrenta problemas de liquidez devido a um impasse nas negociações com os credores que tem atrasado a transferência para os cofres gregos de uma parcela de 7,2 mil milhões de euros do empréstimo concedido em 2012.

Mas, nos últimos dias foram alcançados alguns progressos. "De acordo com os relatos, a atmosfera tornou-se mais construtiva", disse Schäuble em declarações aos jornalistas estrangeiros.

O ministro repetiu que a Alemanha está, como os outros membros da zona euro, pronta para "fazer tudo para ajudar a Grécia, no quadro do que foi decidido", ou seja de ver Atenas consolidar as finanças públicas e reformar a economia em troca de financiamento, mas o governo liderado pelo Syriza foi eleito no final de janeiro com a promessa de acabar com a austeridade e tem insistido em recusar algumas reformas.

"Não especulamos sobre um Grexit (saída da Grécia da zona euro), porque não queremos isso", insistiu o responsável alemão, "mas isso não quer dizer que estejamos dispostos a tudo, essa é talvez uma dedução errada de Atenas", adiantou.Os ministros das Finanças da zona euro podem desbloquear o financiamento crucial para Atenas na próxima segunda-feira, dia 11, se as instituições credoras - Banco Central Europeu (BCE), Fundo Monetário Internacional (FMI) e Comissão Europeia - validarem até lá os compromissos de reformas apresentados pela Grécia, disse Schäuble em Berlim.

"Estou um pouco cético sobre a hipótese de isso acontecer até segunda-feira, mas não excluo essa possibilidade", afirmou.

"Não é por causa das instituições" que as negociações não avançam, considerou o ministro, lamentando que se tenha perdido tanto tempo.

Atenas enfrenta problemas de liquidez devido a um impasse nas negociações com os credores que tem atrasado a transferência para os cofres gregos de uma parcela de 7,2 mil milhões de euros do empréstimo concedido em 2012.

Mas, nos últimos dias foram alcançados alguns progressos. "De acordo com os relatos, a atmosfera tornou-se mais construtiva", disse Schäuble em declarações aos jornalistas estrangeiros.

O ministro repetiu que a Alemanha está, como os outros membros da zona euro, pronta para "fazer tudo para ajudar a Grécia, no quadro do que foi decidido", ou seja de ver Atenas consolidar as finanças públicas e reformar a economia em troca de financiamento, mas o governo liderado pelo Syriza foi eleito no final de janeiro com a promessa de acabar com a austeridade e tem insistido em recusar algumas reformas.

"Não especulamos sobre um Grexit (saída da Grécia da zona euro), porque não queremos isso", insistiu o responsável alemão, "mas isso não quer dizer que estejamos dispostos a tudo, essa é talvez uma dedução errada de Atenas", adiantou.