Em declarações à televisão grega, o governante disse que as quatro tranches cujo pagamento ao FMI está previsto para junho “não vão poder ser feitas porque o dinheiro não está lá”, cita a BBC.

O primeiro pagamento está previsto para 5 de junho. Em causa está o pagamento de 1.600 milhões de euros ao FMI. 

O país governado pelo Syriza tem que chegar a acordo com as instituições credoras, União Europeia e Fundo Monetário Internacional. O primeiro-ministro grego, recusa, no entanto um acordo em condições humilhantes para a Grécia. 

"Não vamos aceitar condições humilhantes nesta negociação. A grande maioria social não pode pagar novos ajustes", afirmou Tsipras na comissão central do seu partido, o Syriza.

Os pagamentos dos funcionários públicos e das pensões são uma prioridade para o governo grego.

Maria Luís Albuquerque não descartou a saída da Grécia da Zona Euro. “É possível a saída da Grécia, é um tema que continua muito em cima da mesa, mas essencialmente é uma escolha que depende dos gregos”, afirmou a ministra das Finanças.