As taxas de juro implícitas no crédito à habitação aumentaram ligeiramente em novembro e o valor médio da prestação vencida para a totalidade dos contratos em vigor foi pelo sexto mês consecutivo de 258 euros, revela o INE.

A taxa de juro implícita fixou-se em 1,414% em novembro, mais 0,002 pontos percentuais que a taxa de outubro, revelam dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta segunda-feira.

Nos contratos para aquisição de habitação, a taxa de juro fixou-se em 1,429%, mais 0,002 pontos percentuais que em outubro, e nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro fixou-se em 3,050%, mais 0,049 pontos percentuais que em outubro.

O valor médio da prestação vencida para a totalidade dos contratos em vigor foi em novembro, pelo sexto mês consecutivo, de 258 euros e para o conjunto dos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação fixou-se nos 333 euros, mais 11 euros que no mês anterior.

O valor do capital médio em dívida, para a totalidade dos contratos de crédito à habitação, foi 57.908 euros, ligeiramente abaixo dos 58.026 euros registados em outubro.

Para os contratos com destino de financiamento da aquisição de habitação, o valor do capital médio em dívida foi 60.862 euros em novembro, menos 118 euros que em outubro.

Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio do capital em dívida com destino de financiamento aquisição de habitação foi 80.247 euros, contra 79.847 euros, em outubro.