A taxa de juro implícita dos contratos de crédito à habitação aumentou em outubro 0,002 pontos percentuais face ao mês anterior, para 1,412%, mantendo-se a prestação média vencida nos 258 euros, divulgou hoje o INE.

Segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE), no conjunto dos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro implícita foi de 3,001%, menos 0,014 pontos percentuais do que em setembro.

No que respeita aos contratos relativos a aquisição de habitação celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro implícita foi de 2,965% (2,979% no mês anterior).

Relativamente ao valor médio da prestação vencida para a totalidade dos contratos em vigor, foi, em outubro, pelo quinto mês consecutivo, de 258 euros, enquanto para os contratos celebrados nos últimos três meses se fixou nos 322 euros, mais nove euros que no mês anterior.

Nos contratos com destino aquisição de habitação, o valor médio da prestação vencida fixou-se, pelo terceiro mês consecutivo, em 265 euros.

De acordo com o INE, para este destino de financiamento, e nos contratos celebrados nos últimos três meses, a prestação média vencida foi superior em 11 euros à registada no mês anterior, fixando-se em 338 euros.

O valor do capital médio em dívida para a totalidade dos contratos de crédito à habitação, foi de 58.026 euros, o que compara com os 58.123 euros de setembro.

Para os contratos com destino de financiamento aquisição de habitação, em outubro o valor do capital médio em dívida foi de 60.980 euros, menos 97 euros do que no mês anterior.

Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio do capital em dívida com destino de financiamento aquisição de habitação foi 79.847 euros (81.118 euros em setembro).