O indicador de clima económico fixou em julho o valor mais elevado dos últimos seis anos, segundo dados divulgados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística.

Já o indicador de atividade económica estabilizou em junho, pelo segundo mês consecutivo, no máximo desde o final de 2000.

Em termos homólogos, o INE sublinha que houve reduções menos intensas da atividade económica nos serviços, na indústria e na construção e obras públicas

Em junho, o indicador quantitativo do consumo privado apresentou um crescimento homólogo

ligeiramente mais intenso que o verificado no mês anterior, em resultado do aumento do contributo positivo do consumo corrente, uma vez que o contributo do consumo duradouro diminuiu.

O INE adianta ainda que o PIB desacelerou em termos homólogos no 2º trimestre, passando de uma variação em volume de 1,3% no 1º trimestre para 0,8%, de acordo com a estimativa rápida das Contas

Nacionais Trimestrais.

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A procura interna apresentou um contributo positivo menos acentuado para a variação homóloga do PIB. E a procura externa líquida apresentou um contributo negativo menos expressivo, devido ao abrandamento das importações e desaceleração das exportações.

Comparativamente com o trimestre anterior, o PIB aumentou 0,6%, devido sobretudo ao aumento das exportações.