Portugal volta hoje aos mercados para se financiar entre 1.000 e 1.250 milhões de euros em dois leilões de Bilhetes do Tesouro.

As emissões levadas a cabo pelo IGCP - Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública têm prazos de 3 e 12 meses.

Em abril, o Tesouro fez dois leilões de Bilhetes do Tesouro, com maturidades de nove e de 12 meses, sendo que na linha a 12 meses foram colocados 925 milhões de euros a uma taxa de 0,597%, inferior à de 0,602% paga no anterior leilão para esta maturidade.

Já o último leilão a três meses foi realizado em fevereiro, quando foram colocados no mercado 250 milhões de euros a uma taxa de 0,462%, inferior à do leilão de janeiro (0,495%).

No final de março, o presidente do instituto, Moreira Rato, disse no Parlamento que a almofada financeira prevista para 2014 é de sete mil milhões de euros, mas que espera conseguir uma reserva maior, afirmando que «o que pode fazer sentido» para este ano é ter «uma almofada à volta de 10 mil milhões de euros».

Ainda em abril, Portugal fez o primeiro leilão de dívida de longo prazo sem recurso a sindicato bancário desde 2011, tendo colocado 750 milhões de euros em Obrigações do Tesouro.