«Assistimos à transformação de alguns edifícios que estavam devolutos e que até podiam ter sido pensados para escritórios mas que estão a ser reconvertidos para residências porque esta zona está a ser muito procurada pelos estrangeiros», disse Maria Empis.




Já o Algarve «é muito tradicional para os ingleses e irlandeses, estando a procura a aumentar bastante» pelos franceses, que também se instalam em «Tróia e Comporta», com a especialista a lembrar que estes cidadãos procuram alternativas face à «maior instabilidade política e social no Norte de África», uma zona que tradicionalmente preferiam por razões históricas.








«No entanto, regra geral, não vêm ao abrigo de qualquer programa (nem ARI, nem Regime Fiscal para Residentes Não Habituais)», notou.

A procura dos britânicos centra-se na região do Algarve, pois «a maior parte são aposentados que procuram uma residência num país mais barato, mais seguro e com um clima mais agradável» e o objetivo é a compra para usufruto, mas «começa já a verificar-se o interesse por imóveis que permitam retorno de investimento».