não avança

"O Governo respeita o direito à greve e não tem em consideração que este período tenha as mesmas condições excecionais do Natal e do Ano Novo [altura em que decorreu a anterior greve] para promover a requisição civil."


"Uma decisão que lhes diz respeito, mas tem impacto nos trabalhadores da empresa, nas suas famílias, na recuperação da economia e do ambiente de negócios."



não vai decretar a requisição

acredita ser possível90% dos profissionais pretende aderir à greve

"Há quem ache que as companhias aéreas detidas pelos estados sobrevivem, em qualquer que seja o cenário que enfrentam, em termos de concorrência e de luta laboral, mas isso não é assim. Não foi assim na Bélgica, onde a Sabena faliu, nem na Suíça, onde a Swissair faliu (...)."


"Temos todos de cair na realidade: não podemos vender ilusões aos portugueses, aos clientes da TAP e aos seus trabalhadores. Mais do que o ping-pong sobre acordos que estão escritos, é o momento de pensar no que é essencial: os clientes que vêm a possibilidade de não terem os voos previstos, o impacto económico que a TAP tem no turismo e nos negócios em Portugal e a viabilidade futura da companhia."