O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira o caderno de encargos do concurso público de reprivatização da Empresa Geral de Fomento (EGF).

O Governo decidiu que vão ser alienadas 100% das ações da EGF, «estando reservadas 5% para os trabalhadores e os concorrentes apresentarão propostas para 95% do total das ações», explicou o ministro do Ambiente.

Jorge Moreira da Silva disse ainda que esta reprivatização «justifica-se por razões de natureza financeira, conceptual e no âmbito de uma verdadeira reforma do Estado».

As ações serão vendidas em concurso público internacional, que prevê que os municípios possam, neste contexto, vender a sua participação nas mesmas condições do que o Estado.