A Argentina e o Fundo Monetário Internacional (FMI) chegaram a acordo para a criação de um programa de assistência à economia sul-americana no montante de 50 mil milhões de dólares (42 mil milhões de euros).

O FMI anunciou que o acordo, alcançado na quinta-feira, a nível de assessores, vai agora ser avaliado pela sua comissão executiva, que vai considerar o plano económico da Argentina nos próximos dias.

O Presidente argentino, Mauricio Macri, anunciou em maio passado que a Argentina iria procurar um acordo financeiro com o FMI, depois de uma forte desvalorização da moeda e perante perspetivas preocupantes.

O acordo traz de volta más memórias para os argentinos, que responsabilizam as políticas do FMI pela pior crise económica do país, em 2001.

Mas Macri disse que este acordo era necessário para evitar outra implosão económica.

O acordo com o FMI “é um ponto de partida muito importante”, disse Macri à Comunicação Social horas, antes de o empréstimo ser anunciado.