A eventual reposição de 20% dos cortes salariais prometida para o próximo ano não será suficiente para anular o impacto do aumento dos descontos para a ADSE e para a CGA, no caso dos funcionários públicos que ganham até 1060 euros brutos, escreve o Jornal de Negócios.

Estas 3 medidas levam a que a 1 de janeiro do ano que vem o salário, nestes casos, seja mais baixo do que o que é pago atualmente.

Os cálculos consideram as decisões quantificadas pelo Governo: a «reposição» de 20% dos cortes e o aumento de 0,2% nos descontos para a CGA, medidas previstas no Documento de Estratégia Orçamental. E também o aumento de descontos ara a ADSE, que subiu 1% para os 3,5%.

A ministra das Finanças anunciou na semana passada uma cláusula de salvaguarda para evitar perdas de rendimento com a tabela salarial e com o corte nos suplementos, mas o objetivo não é anular o efeito dos aumentos dos descontos.