O Governo aprovou esta quinta-feira, através de proposta de lei, a integração de carreiras da Administração Pública na tabela remuneratória única, remetendo para mais tarde a «definição e alargamento de posicionamentos remuneratórios», através de decreto regulamentar.

Em conferência de imprensa, no final do Conselho de Ministros, a ministra de Estado e das Finanças, Maria Luís Albuquerque, reafirmou que «a tabela remuneratória única não dá origem nem a aumento de remuneração nem a diminuição da remuneração».

O comunicado do Conselho de Ministros refere que foi decidida «a integração das carreiras subsistentes e dos cargos, carreiras e categorias dos trabalhadores na tabela remuneratória única, sem prejuízo da revisão futura de cargos e carreiras», sem adiantar mais nada sobre esta matéria.

Esta decisão consta da mesma proposta de lei que determina a reintrodução de cortes entre 3,5% e 10% nos salários do setor público superiores a 1500 euros, que será negociada com os parceiros sociais e remetida para a Assembleia da República.