O emprego da administração pública caiu para 563.595 postos de trabalho em 31 de dezembro do ano passado, uma quebra global de 3,8% face a igual período de 2012, traduzindo-se em menos 22 mil postos de trabalho no Estado.

De acordo com a síntese estatística do emprego público (SIEP) hoje publicada na página da direção-geral da administração e do emprego público (DGAEP), o número registado em dezembro do ano passado está aquém do registado no mesmo mês de 2011 (580.686 postos de trabalho), um decréscimo de cerca de 8%.

Não obstante esta descida, em 31 de dezembro do ano passado trabalhavam no Estado mais 4.298 pessoas face a setembro de 2013, o que se traduz num aumento de 0,8% face ao trimestre anterior (559.297), «como efeito do início do ano letivo 2013/2014».

Em comparação com o final do terceiro trimestre de 2013, o emprego cresceu em resultado do aumento do número de trabalhadores da administração central (mais 5.697 correspondente a um crescimento de 1,4%) «por efeito cíclico anual de novas contratações para os estabelecimentos de ensino básico, secundário e superior do Ministério da Educação e Ciência ainda durante o mês de outubro».

Já numa comparação com o final do ano de 2011, o número registado em dezembro de 2013 representa um decréscimo de 8% face ao número de empregos registados na altura (612.556), ou seja, menos 48.971 postos de trabalho ocupados.

Com um rácio de administração em relação à população total de cerca de 5%, o emprego no setor das administrações públicas representa cerca de 10,5 % da população ativa e de 12,4% da população empregada, segundo a SIEP.