O Governo deixa entender que não concorda com uma nova redução de salários, como aconselhado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), no relatório da 8ª e 9ªs avaliações de Portugal relativamente ao programa de assistência da troika.

Em declarações à Renascença, o ministro da Economia, Pires de Lima, que recusou gravar, prefere não comentar o relatório do FMI que sugere flexibilidade salarial, sobretudo no privado, mas sempre foi dizendo que a política de crescimento defendida pelo executivo passa por uma «valorização do capital humano»

O gráfico do relatório do FMI mostrava as diferenças entre os salários do público e do privado e é nesta linha que Portugal precisa de atuar para ganhar competitividade, adianta o documento.