No entanto, o Ministério das Finanças já veio desmentir, sublinhando que o coeficiente aplicável será “de apenas 0,35”. A tutela diz que a informação “não tem qualquer fundamento”.

 

O Ministério esclarece à TVI que em 2014 o coeficiente aplicável às prestações de serviços nesses setores manteve-se nos 0,75 à semelhança do que acontecia até então.

“No entanto, com a reforma do IRS que entrou em vigor em 2015, os setores de atividade referidos na notícia irão beneficiar de uma redução significativa de imposto a pagar, na medida em que neste ano o coeficiente aplicável a estas prestações será de apenas 0,35”.

O jornal avançou que, alguns prestadores de serviços estavam a ser notificados para pagar sobre 75% do volume de faturação, ao invés dos 10% sugeridos na lei. 

Entre as atividades afetadas estavam as de mecânico, cabeleireiro, pintor, eletricista e lavagem e limpeza a seco de têxteis e peles, que estavam à espera de poder beneficiar das novas regras inscritas no Orçamento do Estado para 2014.