Os responsáveis da troika temem que Portugal precise de um segundo resgate, quando o atual programa de assistência financeira terminar, em junho do próximo ano.

Neste sentido, vários membros da missão da troika que acompanha Portugal disseram ao jornal «Financial Times» que um programa cautelar pode não ser suficiente.

Na origem das dúvidas destes responsáveis estão os sucessivos chumbos do Tribunal Constitucional às medidas de consolidação orçamental e também devido aos elevados montantes de dívida que vence nos próximos anos e que Portugal vai ter que restituir.

Também a dificultar o regresso de Portugal aos mercados estão os juros da dívida pública no mercado secundário, que continuam num nível descrito como «doloroso».