O presidente executivo da TAP, Fernando Pinto, e o ex-administrador financeiro da companhia (CFO), Luís Rodrigues, rejeitam a existência de quaisquer divergências internas no Conselho de Administração da transportadora.

«A política de recursos humanos da empresa, nos últimos meses na responsabilidade direta de Luís Rodrigues, sempre mereceu a inteira concordância dos restantes membros do Conselho de Administração, em particular de Fernando Pinto. A renúncia de Luís Rodrigues é fruto, conforme foi anunciado, de motivos de 'ordem pessoal' e não de quaisquer divergências no Conselho de Administração», esclarecem numa declaração escrita conjunta.

A 04 de dezembro, o porta-voz da plataforma sindical da TAP, Rui Luís, considerou à Lusa que a renúncia de Luís Rodrigues ao cargo do administrador executivo da TAP, a terceira saída deste ano, revelava que «existe na administração uma guerra qualquer».