O presidente executivo da TAP, Fernando Pinto, afirma que a TAP é hoje, após a privatização, uma empresa normal no contexto europeu, com tesouraria, capital e planos para o futuro.

Durante o 41.º Congresso da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), que decorre em Albufeira, Fernando Pinto disse que a TAP é, agora, "dentro do contexto europeu uma empresa normal".

"Finalmente temos tesouraria, capital e planos para o futuro (...), temos grandes desafios e grandes oportunidades", decorrentes da privatização da empresa, afirmou o responsável.

O gestor garante que dorme hoje mais descansado, mas acrescenta que tal se deve também ao cansaço. "Tem 20 dias desde a privatização e parece que têm sido 20 anos. Não se tem parado. Continuo com a minha equipa, mas chegaram pessoas novas, há muito entusiasmo, há muitas ideias".

À margem do congresso, Fernando Pinto disse aos jornalistas que "há todo um plano de negócios que está a ser feito para os próximos anos", para ser implementado até 2022, e que espera que esteja pronto até ao final do ano, pelo menos no que diz respeito às ações a tomar no próximo ano.

Este plano que está a ser elaborado mostra, segundo o responsável, "um grande crescimento de aviões, já fizemos o pedido de 53 aviões, e estamos a fazer grandes modificações (…) que nos vão pôr em altos níveis de tecnologia".

Investimentos que Fernando Pinto diz que a empresa não tinha capacidade para fazer e que hoje já são possíveis com a privatização.

Os novos aviões começam a chegar no final de 2017.