O presidente da TAP, Fernando Pinto, defendeu esta terça-feira que «a greve tem que ser o último recurso», considerando que se está a tornar «uma rotina» na companhia aérea, tendo causado prejuízos diretos este ano de 25 milhões de euros.

Há «bons candidatos» à privatização da TAP

Em declarações aos jornalistas, o gestor disse que os cinco dias de greve de pilotos e de tripulantes teve um custo direto de 25 milhões de euros, valor que se multiplica por «duas ou três vezes» se se considerar o «efeito completo».

«A greve tem que ser o último caso. O último recurso. Se não o prejuízo é para os trabalhadores também», declarou, quando questionado sobre a possibilidade dos pilotos da TAP avançarem para uma nova greve como forma de contestar o modelo de privatização decidida pelo Governo.