Para já, só avançam as alterações no pagamento de cirurgias e não os cortes previstos nas tomografias computorizadas (TAC) e ressonâncias magnéticas.

Depois de ter cedido aos sindicatos, a ADSE cede aos privados. A associação de imagiologia, que muito contestou os cortes nestes dois exames, conseguiu uma suspensão por um mês das alterações que iam entrar esta quarta-feira em vigor, noticia o Negócios. A decisão fica suspensa por um mês, confirmou ao mesmo jornal o diretor-geral da ADSE.

A 13 de Maio, o diretor-geral da ADSE anunciou, em declarações à Lusa, que ia pagar menos 13,3% pelas ressonâncias magnéticas e que os beneficiários iam pagar menos 15%. 

No caso das TAC, anunciou uma quebra de preço na ordem "de um a dois euros" que os privados calculam em 8%, mas neste caso sem alterações para os beneficiários.

O objetivo era que a novas tabela entrasse em vigor esta quarta-feira garantindo uma poupança de 1,7 milhões por ano à ADSE e de 200 mil euros aos beneficiários (no caso das ressonâncias magnéticas).