"Estas famílias fizeram esforços de ajustamento muito pronunciados, esgotaram as suas poupanças, algumas endividaram-se mais e mesmo aquelas que não caíram em situações de desemprego têm hoje uma robustez económica debilitada", frisou.


"O impacto da crise é mesmo a falta de uma pessoa sonhar. Não se pode fazer nada. Não se pode sonhar, não se pode pensar em ter, não se pode. Zero", refere o funcionário, num excerto da entrevista disponibilizado à agência Lusa.