O Governo está a negociar com o Sindicato Nacional dos Trabalhadores das Administrações Portuárias e acredita que a greve convocada para o período entre 2 a 6 de junho não vai avançar.


A ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, disse à Agência Lusa que já se reuniu com o presidente do sindicato e está a trabalhar “em conjunto” com o Ministério as Finanças para atender às reivindicações, nomeadamente o descongelamento das carreiras destes trabalhadores.

A paralisação, se sempre acontecer, promete afetar as cargas e descargas em todos os portos, incluindo o de Sines e o de Leixões, onde a greve dos estivadores que se prolongou por 32 dias, não produziu efeitos.

Só em Lisboa, a greve dos estivadores terá custado mais de 9 milhões e meio de euros.

Agora é a vez de 800 profissionais que dão apoio à pilotagem, tráfego local e rebocadores reclamarem o descongelamento das carreiras e a criação de um estatuto  próprio.