No primeiro semestre de 2015 foram 21.129 empresas e organizações, um aumento de 10% face ao período homólogo.

Segundo a análise do Barómetro Informa D&B, desde 2013 que se regista uma tendência de crescimento e o ritmo tem vindo a aumentar face aos períodos homólogos anteriores (no primeiro e no segundo trimestres de 2015 cresceu 9,5% e 10,6%, respetivamente).

Até junho encerraram 6.541 empresas. Em termos de variação face ao período homólogo anterior, os encerramentos cresceram apenas 0,9%, com os dois primeiros trimestres de 2015 a apresentarem comportamentos distintos: no primeiro, os encerramentos desceram 6,9% e no segundo subiram 12,7%.

Dos encerramentos, houve 2359 insolvências, o que representou uma descida de 8% face ao período homólogo anterior.A maioria dos encerramentos no primeiro semestre de 2015 verifica-se em sociedades por quotas (4029 entidades). As sociedades unipessoais e as sociedades anónimas registaram 2178 e 189 encerramentos, respetivamente.

A maioria dos distritos apresentou um decréscimo no número de insolvências. Em termos absolutos, registaram maior número de insolvências os distritos de Lisboa, com 551 (menos 18,9% do que no período homólogo anterior), Porto, com 481 (menos 14,6%) e Braga, com 300 (mais 19%).

O Retalho, as Indústrias transformadoras e a Construção foram os setores com o maior número de insolvências (440, 406 e 399, respetivamente), mas em todos eles houve um decréscimo face a 2014 (menos 5,8%, 3,1% e 25,3%, respetivamente). Existem apenas quatro setores nos quais o número de insolvências aumentou, destacando-se o Alojamento e restauração, com 209 insolvências iniciadas (mais 7,2% face ao 1.º semestre de 2014).

Contas feitas, nasceram 2,5 empresas por cada empresa que encerrou nos primeiros seis meses do ano.