Este é o valor mais baixo dos últimos seis anos: há menos 100 mil fiadores em Portugal do que em 2011. Mesmo assim, há 1,36 milhões de pessoas que se responsabilizam por dívidas de outras pessoas.
 
Esta é uma descida explicada pela existência de um menor número de famílias com empréstimos bancários.
 
Segundo o jornal Público, em março de 2011, o número de fiadores e avalistas correspondia a 31% do total de famílias endividadas, percentagem que ainda se mantém.
 
Mesmo com a concessão de crédito a subir, o número de fiadores parece continuar a dominuir, reflexo dos incumprimentos registados em tempos de crise.

Com o desemprego a disparar para taxas superiores a 10% - com especial destaque para os anos de 2012 e 2013 - muitas famílias não conseguiram manter os seus pagamentos, fazendo subir os incumprimentos  e levando os bancos a acionar as garantias financeiras prestadas por terceiros.