A privatização da Empordef Tecnologias de Informação, que contou com11 manifestações de interesse de entidades nacionais e estrangeiras, não recebeu qualquer proposta de compra.

Fonte oficial do Ministério da Defesa confirmou ao Jornal de Negócios que o processo de privatização da empresa já não será retomado na atual legislatura.

A venda da ETI esteve marcada para o início de 2014, mas acabou por ser adiada para este ano. O atraso foi então justificado pelo facto de o Governo estar concentrado no processo de subconcessão dos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.

A privatização da empresa faz parte do plano de venda da maioria das empresas participadas da Empresa Portuguesa de Defesa (Empordef), que vai ser extinta.

A ETI empresa 26 pessoas e fatura cerca de dois milhões de euros.