O investidor que comprar a TAP não vai poder fazer despedimentos enquanto o Estado for acionista do grupo, segundo um dos requisitos da venda que foi estabelecido entre nove sindicatos e o Governo, noticia o jornal «Público».

O modelo da venda da companhia aérea pressupõe que o Estado fique com 34% da TAP durante um período máximo de dois anos, mas não é garantido que esta meta se mantenha. Isto porque, há legislativas este ano e o PS já deixou claro que não quer o grupo totalmente entregue a privados.

Segundo o mesmo jornal, para além deste «travão» aos despedimentos, chegou-se também a acordo sobre a criação de um órgão onde os representantes dos trabalhadores terão assento e que participará e será envolvido em todas as decisões de impacto relevante na vida e no futuro da TAP.

O caderno de encargos será aprovado já hoje em Conselho de Ministros.