O primeiro-ministro acredita que os sinais positivos que já se vão registando na economia portuguesa podem ser consolidados. Pedro Passos Coelho garante, no entanto, que para sair da situação difícil em que o país se encontra o Governo tem de manter o rumo. O chefe do Executivo deixa ainda críticas aos partidos que fazem política pela negativa e promessas que sabem não poder cumprir.

No dia em que a troika começou as 8ª e 9ª avaliações do programa de ajustamento, Passos Coelho salientou os sinais positivos que a economia já está a registar.

«Mal seria que, na posição em que eu ocupo, não tivesse uma noção clara dessa angústia que as pessoas sentem, dessa necessidade também que os portugueses precisam de acreditar numa esperança e numa confiança em relação ao futuro como não tiveram nos últimos anos», afirmou o chefe do Governo, na segunda-feira, em Viseu.



Passos Coelho disse acreditar que se o país seguir o rumo do endividamento não há esperança para os portugueses. Por isso, o primeiro-ministro diz que não chegou a hora de baixar impostos e aumentar a despesa.