O Ministério da Saúde vai avançar com um programa de rescisões amigáveis, mas não incluirá médicos e enfermeiros, confirmou ao Diário Económico o gabinete de Paulo Macedo sem, contudo, esclarecer quem ficará abrangido por este programa.

«Na área da saúde trabalham muitos profissionais que não se enquadram nas categorias de médicos ou enfermeiros. Há falta de enfermeiros e médicos e tem havido concursos para novas contratações», disse a mesma fonte, remetendo quaisquer outros esclarecimentos para a secretaria de Estado da Administração Pública, que também não respondeu até ao momento.

Uma vez que os assistentes operacionais e os assistentes técnicos já estão abrangidos pelo programa de rescisões na Função Pública que está a decorrer atualmente, e uma vez que os médicos e enfermeiros estão fora, por exclusão de partes, o programa do Ministério da Saúde deverá ser dirigido a técnicos superiores.

Também o Ministério da Educação já anunciou um programa de rescisões para professores, que arranca a 15 de novembro.