Este será mais um ano sem aumentos salariais. De acordo com o jornal «Público», um inquérito feito a 115 administrações, diretores-gerais e diretores de recursos humanos realizado pela consultora MRINNetwork/CIGA mostra que, para 70% das empresas, as intenções quanto às políticas salariais são «estabilizar» ordenados em comparação com o ano passado. No entanto, 14% admitem conseguir subir salários, enquanto 7% admite mesmo cortar nos vencimentos.

Entre as empresas que decidiram avançar para reduções salariais, a maioria deverá tirar uma fatia de 6% a 10% do total da remuneração. No que diz respeito às que vão conseguir subir salários, 79% dos casos admite que a subida não irá além dos 5%, apenas com 21% das entidades a conseguir oferecer um salário superior em 6% a 10%, referem os números do estudo, citados pelo «Público».

É no setor da logística e distribuição que há mais tendência para manter os salários inalterados e é no grande consumo que haverá mais casos de aumentos salariais.