O acordo entre o BCP e os sindicatos relativamente aos cortes temporários propostos pela administração do banco está em risco, segundo o Jornal de Negócios. O banco recusa-se a comprometer-se formalmente a não recorrer ao despedimento coletivo.

O BCP informou esta semana a comissão de trabalhadores, embora o presidente da instituição tenha vindo a afirmar publicamente que pretende chegar a acordo com os sindicatos sobre os cortes salariais temporários para salvar entre 400 a 500 postos de trabalho.

Se não existir acordo com os sindicatos, o banco afirma que vai avançar com rescisões unilaterais.