"Enquanto que a re-eleição do Governo se espera assegure um foco contínuo no processo de consolidação orçamental, a perda da anterior maioria absoluta provavelmente complicará a implementação de mais reformas estruturais"









"Acreditamos que a recuperação cíclica da economia portuguesa não será ser suficientemente forte para que se atinja a meta de 2016 e esperamos um défice mais elevado de 2,8% do PIB, como resultado"



"Tal reforma seria uma medida positiva e significativa, pelo seu impacto orçamental e também como uma indicação de que as autoridades portuguesas continuariam comprometidas com reformas estruturais e melhorias orçamentais permanentes"