
O Governo continua a acreditar no regresso ao mercado de dívida em 2013 e diz mesmo que nunca os sinais disso foram tão fortes como agora.
No habitual briefing que se seguiu ao Conselho de Ministros, o ministro das finanças reiterou que, no que toca à meta do regresso aos mercados, «não há qualquer alteração».
Lembrando que, em setembro do ano que vem vence a primeira obrigação cujo vencimento não está totalmente coberto pelo programa de assistência financeira, o ministro sublinhou que o país tem de estar pronto para voltar ao mercado «antes disso».
«Todas as indicações que nós temos, sejam traduzidas nas taxas de juro no mercado, seja nas manifestações de interesse por parte de investidores internacionais, sugerem que nunca as expetativas de regressar ao mercado nessa data foram mais positivas que hoje», afirmou Vítor Gaspar.