A inflação homóloga no conjunto dos 34 países da OCDE manteve-se estável em 0,6% em agosto, pelo quarto mês consecutivo, informou esta quinta-feira a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE).

Em comunicado, nota a Lusa, a OCDE refere que a inflação subjacente, que exclui os preços da energia e dos alimentos, se manteve também estável em agosto, em 1,7%.

Os preços da energia acumulam até agosto uma quebra de 10,3%, que compara com 9,6% até julho, enquanto a inflação dos preços dos bens alimentares acelerou “ligeiramente” para 1,4% em agosto, face a 1,3% em julho.

A energia, com a queda do preço do barril de petróleo, registou uma descida de 9,5% em julho, face aos 9,3% de junho.

Na zona euro, a inflação recuou para 0,1% em agosto (0,2% em julho), sendo que, excluindo a alimentação e a energia, registou uma diminuição de 1,0% para 0,9%.

Nos países da OCDE, a inflação manteve-se estável ou abrandou nas principais economias: na Alemanha, Itália, Japão e EUA manteve-se inalterada nos 0,2% e no Canadá nos 1,3%, tendo diminuído “marginalmente” no Reino Unido (de 0,1% para 0,0%) e em França (de 0,2% para 0,0%).

Quanto ao grupo dos países do G20, viram também a inflação estabilizar nos 2,5% em agosto, enquanto entre os países não membros da OCDE se assistiu a um decréscimo “ligeiro” na China (para 1,4%), África do Sul (para 4,5%), Brasil (para 9,5%), Indonésia (para 7,2%) e Arábia Saudita (para 2,1%).

Pelo contrário, a inflação subiu “ligeiramente”, para 15,8%), na Federação Russa.