Os 95 mil trabalhadores da função pública e os 45 mil das empresas públicas que ganham menos de 675 euros e que, por isso, ficaram de fora do corte nos salários terão uma descida do salário líquido a partir de janeiro, quando entrar em vigor a nova taxa de 11,2% nas contribuições para a CGA (1,35 euros/mês e 18,9 euros/ano), escreve o «Diário de Notícias».

Mas como estão isentos do corte salarial, também ficarão de fora do plano de devolução de salários que vai ter início em 2015 e que foi anunciado no DEO.

Neste documento, lembra o mesmo jornal, o Governo comprometeu-se a devolver em 20% os cortes salariais que estão a ser aplicados desde 2011.