O corrente ano está a terminar e, portanto, começa a contagem decrescente para poder reunir faturas e poupar no IRS a entregar em 2016.

 

Nas despesas gerais e familiares o Fisco aceita 35% do valor gasto em compras relativas, como por exemplo roupa, eletrodomésticos, combustíveis, supermercados ou telemóveis. Para isso, basta que a fatura tenha o número de identificação fiscal incluído.

 

Ao todo, pode abater até 250 euros por contribuinte, ou 500 euros por casal.

 

No setor da saúde o limite é agora de mil euros. Para o alcançar, contam 15% das despesas em serviços e produtos isentos de IVA ou com taxa de 6%.

 

São também aceites as compras de produtos com taxa de 23%, desde que haja uma receita médica que o justifique.

 

Na área da educação também há novas regras: o limite dedutível por agregado é agora de 800 euros por casal.

 

Assim, estão incluídas despesas com manuais escolares, propinas, ATL, transportes e mensalidades de colégios. 

Fica de fora material escolar como mochilas, cadernos, lápis e outros acessórios relevantes para o quotidiano, desde que tenham uma taxa de IVA de 23%.

 

Mas há mais: juntar faturas de restaurantes, cabeleireiros e oficinas também ajuda a baixar o IRS. No entanto, aqui o esforço compensa menos, uma vez que neste caso o Fisco considera 15% do valor do IVA pago neste tipo de consumos.