A taxa de juro implícita nos contratos de crédito à habitação desceu residualmente em julho (0,003 pontos percentuais) face ao mês anterior, para os 1,413%, e o valor da prestação média manteve-se nos 258 euros, indicou o INE.

Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro implícita foi 3,026%, o que representou uma diminuição de 0,008 p.p. comparativamente com a taxa registada no mês anterior, e nos contratos relativos a aquisição de habitação, a taxa de juro implícita manteve-se em 2,996%, revelou ainda o Instituto Nacional de Estatística.

A diminuição acumulada desde dezembro de 2011, mês da última inflexão da série, foi 1,301 p.p..

O valor médio da prestação para o conjunto dos contratos de crédito à habitação celebrados nos últimos 3 meses fixou-se nos 309 euros, o que representou um aumento de 13 euros em relação ao valor observado no mês anterior.

O valor do capital médio em dívida, para a totalidade dos contratos de crédito à habitação e para os contratos de aquisição de habitação, passou de 58.360 euros e 61.327 euros, em junho, respetivamente, para 58.291 euros e 61.254 euros, no mês de julho, pela mesma ordem.

Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio do capital em dívida com destino de financiamento de aquisição de habitação foi 78.263 euros (75.915 euros, em junho).