É uma das propostas que está a ser negociada entre entidades patronais, sindicatos e Governo. A UGT quer aumentar o salário mínimo para 505 euros já em Outubro. A CGTP exige que o aumento chegue aos 540 em Janeiro. Os patrões estabelecem como limite os 500 euros. O governo quer um acordo a três.



Se não houver cedências das partes envolvidas, poderá haver um meio termo, com algumas contrapartidas já avançadas pelo Governo: o salário mínimo só pode subir para os 505 euros se descer a taxa social única paga pelas empresas por cada funcionário. Até às negociações de ontem, terça-feira, era este o cenário em cima da mesa.



Do lado dos patrões, as posições também divergem. A CIP (indústria) e a CAP (agricultura) aceitam subir o salário mínimo em Outubro, mas apenas para os 500 euros. A CCP (Comércio e serviços) e a CTP (Turismo) preferem esperar até Janeiro.



O Correio da Manhã desta quarta-feira, 24 de Setembro, avança que o Governo aceita conceder uma redução de 0,75% na taxa social única às empresas que tenham trabalhadores abrangidos pelo aumento do salário mínimo.

No entanto, a TVI contactou os sindicatos e sabe que ainda não há acordo.

A próxima reunião está marcada para dia 30, terça-feira.